Chiara Marano - esqui alpino
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| Chiara Marano (Divulgação/CBDN) |
Ela manteve a boa regularidade dos últimos meses e terminou na 23ª posição com o tempo acumulado de 1min54seg51, exatos sete segundos atrás da vencedora, a italiana Martina Nobis. A atleta teve 104.37 pontos FIS.
Esta foi a primeira prova de Chiara após a CBDN definir a equipe olímpica em Sochi. Mesmo tendo conquistado o índice olímpico B primeiro, a jovem foi preterida por Maya Harrisson, que possui os melhores resultados e é mais experiente. Um aprendizado e tanto para a jovem, que pode chegar mais forte no ciclo olímpico de 2018, sem dúvida.
Stefano Arnhold - Master
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| Stefano (Divulgação/CBDN) |
Primeiro ele competiu numa prova de Super G e ficou na 27ª posição na classificação geral, com 1min39seg23. O vencedor foi o austríaco Wolfgang Lackner, com 1min28seg74. Na faixa etária 55-59 anos, o brasileiro foi o 11º.
Depois, ele participou de uma prova de slalom e terminou na 31ª posição, com o tempo de 1min19seg05. O norueguês Andreas Dimmer venceu com 1min03seg12. Na faixa etária, Stefano ficou na 12ª posição.
André Cintra - Jogos Paralímpicos
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| André Cintra (Divulgação/CBDN) |
Foram duas provas na categoria LL (amputados acima do joelho). Na primeira delas, André foi o 20º dentre os 21 atletas que participaram da prova, com o tempo de 2min31seg31 e sem marcar pontos no ranking. O vencedor foi o norte-americano Michael Shea, com 1min21seg10.
No dia seguinte, o brasileiro conseguiu melhorar seu desempenho. Ficou na 18ª posição com 2min07seg98. Dezenove atletas participaram e Michael Shea venceu novamente, com 1min22seg40. Dessa vez, porém, André conseguiu somar 130 pontos no ranking da Copa do Mundo.
Leila Mostaço
| Leila e o treinador (Reprodução) |
Leila competiu sozinha na categoria Master 1 e teve o tempo de 20min56seg5. Na classificação feminina (somando todas as outras categorias), ela ficou na terceira posição dentre seis atletas inscritas. A vencedora foi Anna Kroeker, com 19min32seg9 e compete na categoria júnior.
É inegável a evolução da atleta nos últimos anos. Se antes ela ficava no fundo da tabela, agora consegue fazer tempo similar de atletas bem mais novas e que treinam a vida inteira na modalidade. Sem dúvida ela chegará forte no ciclo olímpico de 2018.


